21 de abr. de 2011
16 de abr. de 2011
The Punchline #10 Parte 1 - DBZ Abridged
13 de abr. de 2011
Trunks Vs Freeza – O Fim de Freeza
Batalha entre o Trunks e Freeza quando vai a Terra para tentar destruí-la antes que Kakaroto chegasse, tentativa que não deu certo pois o guerreiro do futuro surpreendeu a todos pela facilidade com a qual conseguiu derrota-lo e provando que Goku não era o único que podia se transformar em Super Sayajin. Resumido dos episódios 119, 120 e 121
:)
10 de abr. de 2011
Automobilismo e inclusão social
Na Inglaterra, no final de semana passado, aconteceu algo pouco divulgado aqui no Brasil, mas de certa importância para o automobilismo. Nic Hamilton, irmão de Lewis Hamilton, fez sua estreia como piloto em Brands Hatch, na rodada de abertura do BTCC (British Touring Cars Championship), competindo na Copa Clio, uma das corridas preliminares. Seria apenas mais uma notícia de parente de piloto famoso buscando espaço no esporte, não fosse um detalhe relevante: Nic possui paralisia cerebral.
O irmão caçula do campeão mundial de Fórmula 1, de 19 anos, tem problemas motores nos membros inferiores e, por isso, caminha com dificuldade. Normalmente, é visto no paddock em cadeira de rodas. A paralisia cerebral, causada normalmente por pouca oxigenação no cérebro na gestação, durante ou logo após o parto, pode se manifestar de diversas formas, mas são poucos os casos em que há comprometimento de raciocínio ou inteligência. Porém, em razão de muitos portadores apresentarem dificuldades de fala, erroneamente são taxados de pouco inteligentes.
Com um carro adaptado à sua condição, Nic Hamilton entrou na pista não só para realizar um sonho, mas também para dar uma demonstração pública de que um portador de paralisia cerebral é capaz de guiar um carro com perícia, em alta velocidade. Competiu junto com os demais e assim será durante toda a temporada. Os resultados nas duas primeiras corridas foram condizentes com a estreia de alguém sem experiência: 12º e 15º, mas isso pouco importa. Fica a bela lição de inclusão social proporcionada por Nic, sua família e as autoridades automobilísticas da Inglaterra.
Fonte: blogdocapelli.com.br
5 de abr. de 2011
Dragon Ball Z Abridged
São 8 os mini-episódios da saga dos Sayajins, muito legal, eu ri pra caramba deles, são compridos, mas vale a pena ver. Era pra mim postar de um por um, mas fiquei com preguiça, então eu coloquei a lista de reprodução.
Com certeza não vai parar por aqui, vamos ver se eu posto de um por um agora…
Legendado por Gastação TV, o original em: http://teamfourstar.com/page-ep01
27 de mar. de 2011
F1 aposta em 4 pilotos para continuar caminho de formar campeões inéditos
Mark Webber e Felipe Massa são as maiores apostas da F1 em continuar uma saga que se iniciou em 2007, a de escrever na história nomes de campeões pela primeira vez. Correm por fora Nico Rosberg e Nick Heidfeld, que, para tal, terão de vencer — também pela primeira vez
É um exercício que parte de uma linha racional, baseado num fato que até pode ser considerado um tabu recente: desde 2007, a F1 só forma campeões inéditos. Evidente que, de Jerôme D’Ambrosio ou Narain Karthikeyan — que representam o que há de pior em termos de equipes — a Vitaly Petrov — o piloto de menor habilidade dentre os que estão numa equipe quase-grande —, não vai sair um novo nome para a história. Aí se analisa que só há duas chances, ainda que verossímeis: Mark Webber e Felipe Massa. Numa forçada de barra, encaixam-se outros dois: Nico Rosberg e Nick Heidfeld.
Curiosamente, estes dois grupos de opções apresentam membros de perfis semelhantes e carreiras ligadas. O primeiro tem o australiano Webber e o brasileiro Massa, de países continentais com histórico notável na F1, Brabham e Jones para um lado, Fittipaldi, Piquet e Senna para o outro, um sem ser campeão há três décadas, outro há duas. Quando Webber estreou em 2002 pela Minardi, lá estava Massa, também em sua primeira corrida, com uma Sauber. Os dois passaram muito perto do título: Webber o perdeu no ano passado na última prova e Massa, em 2008, na última curva. Acidentes marcaram as carreiras: a clavícula quebrada de Webber depois de cair de bicicleta foi decisiva para sua derrota em 2010; a mola que atingiu a cabeça na classificação do GP da Hungria tirou Massa de combate durante o resto da temporada de 2009. Inegavelmente bons, nem Webber nem Massa têm arroubos de pilotos fora-de-série, contudo, e diante de Vettel e Alonso, respectivamente, são vistos na maioria como segundões.
Em suma, aos olhos da F1, não deve ser fácil ser Webber ou Massa.
Rosberg e Heidfeld têm quase o mesmo nome — pelo menos, a mesma raiz. Os dois são alemães, Nick é oito anos mais velho e tem seis anos a mais de experiência que Nico, 11 a 5. Rosberg entrou no lugar de Heidfeld na Williams em 2006. Os dois voltaram a se encontrar na Mercedes no ano passado: o veterano parecia fadado a ser reserva, ao passo que o mais jovem dava muito trabalho ao ressurgente Michael Schumacher em treinos e corridas. Não é o mesmo número de voltas rápidas no currículo, 2, que os aproxima. Inegavelmente bons, nem Rosberg nem Heidfeld têm vitórias. E isso pesa um bocado. Ainda mais para Heidfeld, que outra vez estava à beira da aposentadoria de piloto titular e foi resgatado pelo infortúnio de Robert Kubica naquele malfadado rali.
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Aí a gente mescla tudo: Heidfeld já foi companheiro de Massa. Rosberg, de Webber.
Os quatro têm em 2011 a meta de superar tudo que já ouviram de críticas e dúvidas sobre o que são capazes. Os quatro têm de se superar. E parece, mesmo, que 2011 é decisivo para os quatro. Há quem fale fortemente que será o último ano de Webber na Red Bull — principalmente o consultor Helmut Marko, desafeto de carteirinha do australiano —, que seria decerto o último de sua carreira. Rosberg não fez da Williams grande novamente e foi parar na Mercedes pós-Brawn. Bater Schumacher é algo para estufar o peito, mas não enche barriga nem garante emprego. Heidfeld ganhou a primeira chance de voltar pelas mãos de Peter Sauber no fim de 2010 e ganhou a segunda agora pela Lotus Renault. A terceira seria demais. E Massa precisa correr por este ano principalmente para apagar o que não fez no ano passado, sem as desculpas do retorno pós-acidente ou dos pneus que aqueciam mal, sempre ouvindo os rumores de que vai dar lugar a alguém.
Os quatro têm como rivais justamente os cinco campeões em atividade — Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Jenson Button e Sebastian Vettel e esse Schumacher que beira o maniqueísmo da glória e da incógnita. Digamos que a tarefa dos quatro seja das mais duras. Digamos que a tendência, naquela linha racional, é que não consigam manter a sina da F1 desde 2007. Digamos, então, que os quatro partem para o começo da temporada daqui alguns dias inconscientemente com certo medo de seu fim.
21 de mar. de 2011
Algumas coisinhas que nunca fiz…
- Eu Nunca vi a cara do Lombardi.
- Eu Nunca vi a Lady Gaga com roupas normais.
- Eu Nunca levei uma maçã para o meu professor.
- Eu Nunca acionei o alarme de incêndio só pra zoar!
- Eu Nunca faria os trabalhos da escola sem o Google.
- Eu Nunca vou mostrar meus históricos de conversas no MSN para os meus pais.
- Eu Nunca durmo na hora que eu deito na cama, sempre fico pensando um pouco na vida...
- Eu Nunca consigo chupar uma bala macia até o final, sempre acabo mordendo ela antes.
- Eu Nunca empurrei a cara de alguém contra o bolo de aniversário... Mas morro de vontade!
Algumas frases retiradas do twitter: @Eu_Nunca

