28 de jun. de 2011

Dispositivo hackeia corpo e toma controle do braço do usuário

Desenvolvida pela Sony e a Universidade de Tóquio, a PossessedHand tem como objetivo auxiliar no aprendizado de instrumentos musicais.

Desenvolvido em uma parceria entre a Sony e a Universidade de Tóquio, a PossessedHand (Mão possuída, em uma tradução livre) é um dispositivo que promete revolucionar o ensino de instrumentos. O dispositivo utiliza uma série de eletrodos conectados aos músculos do braço do usuário que, ao receber diferentes impulsos elétricos, controlam de forma totalmente autônoma a movimentação dos dedos.
Embora os sinais não sejam fortes o bastante para fazer com que o usuário segure as cordas de um instrumento, são suficientes para indicar a movimentação correta que deve ser feita. Segundo os desenvolvedores, o dispositivo não deve ser interpretado como um acessório musical, mas sim como uma ferramenta de aprendizado complementar.
Cada um dos músculos conectados à PossessedHand é estimulado a partir de 28 pequenos eletrodos - aqueles que se localizam em camadas mais profundas do braço podem ser movimentados usando níveis de estímulo maiores. Um sistema automático de calibração estabelece relações entre os eletrodos, evitando o envio de sinais conflitantes. Segundo os pesquisadores, a invenção é capaz de movimentar 16 articulações da mão.
Método pouco intrusivo
O aspecto mais surpreendente da PossessedHand é que ele dispensa qualquer tipo de intervenção cirúrgica para funcionar corretamente. Dispositivos que movimentam partes do corpo humano de forma independente não são nenhuma novidade, porém, a maioria deles opera a partir de eletrodos inseridos sob a pele e outros métodos que se mostram desconfortáveis ou até mesmo doloridos.

Usuários da novidade relatam que a experiência é semelhante a receber uma massagem relaxante nas mãos. Apesar do aparente conforto, um dos participantes da etapa de testes relatou estranheza ao ver sua mão se movimentando de forma independente, quase como se alguém tivesse hackeado seu corpo.
Críticas da comunidade musical
Embora o objetivo do PossessedHand seja ajudar o aprendizado de instrumentos, membros da comunidade musical criticaram a invenção por considerar que a novidade nada ensina ao usuário. Segundo os críticos, a mão se torna somente uma parte externa do instrumento, enquanto o cérebro permanece passivo, sem adquirir o conhecimento prático dos movimentos realizados.
Futuramente, a invenção pode servir para outros objetivos que vão além do ensino musical, podendo ser utilizada como uma forma de ajudar a aprender a linguagem de sinais, por exemplo. Porém, o campo que mais deve se beneficiar com a novidade é o da medicina, especialmente pacientes que sofreram paralização em algum membro do corpo como consequência de ataques cardíacos.

Fonte: Baixaki

28 de mai. de 2011

Trolando alguém…

183391

Se não carregar aperta F13 que dá certo…

:)

Alguns iriam gostar…

caca-cola

Videogame e carreira profissional: qual a relação entre ambos?

No final dos anos 70 até meados da década de 80, o videogame, tanto o produzido nos Estados Unidos como no Japão, "estourou" em vendas e passou a render horas de diversão aos curiosos espalhados pelo mundo.
Desde então, muita coisa mudou, e não foram apenas gráficos e jogos, a inserção de novos consoles no mercado ou do próprio aparelho de celular. Pouco mais de 20 anos após o “boom inicial” dos games, seus criadores provavelmente não imaginariam que as invenções seriam, tão logo, úteis para assuntos bem mais profundos na vida de seus jogadores. Um exemplo, a carreira profissional.
O produtor Danilo Froes, 32, se encaixa nesse grupo. Dividindo seu tempo entre o trabalho e os projetos de sua especialização profissional, Froes ainda encontra ânimo para jogar videogame. Segundo ele, a prática contribui para o avanço de sua carreira. "Lido muito com o inglês no meu trabalho e o game me ajuda muito, já que os jogos, em sua maioria, estão na língua inglesa. Além disso, exercito a minha rapidez nas tomadas de decisão", afirma o produtor.

Comportamento

Na avaliação do coordenador de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Samuel Artus, a prática do videogame pode difundir, de maneira acelerada, conceitos como estratégia e competitividade nas pessoas.
"Ao jogar, você desenvolve exercícios de criatividade, organização e, principalmente, estratégia e concentração. Acima de tudo, o jogo permite simular diversos cenários e situações. O usuário conta com a possibilidade de corrigir os erros ao longo do percurso", afirma Artus.
Segundo o especialista, muitas empresas já utilizam simulações virtuais na rotina de seus colaboradores. Tratam-se de "jogos sérios", games que testam decisões e atitudes de seus jogadores, com o objetivo de ampliar as respostas cognitivas.
Outros jogos importantes, na opinião de Artus, são aqueles destinados à simulação da vida. De funcionamento simples, o jogador passa a controlar todas as funções, entre pessoais e profissionais, de um personagem. Para o consultor, esses games ajudam na administração do tempo e auxiliam na organização diária das tarefas.

Funcionalidades

Para a estudante Júlia Contrucci, 21, jogar videogame a ajudou a pensar "fora da caixa", sobretudo nas questões que envolvem o ambiente de trabalho.
“Acho que o jorro de adrenalina que temos ao jogar videogame dura um certo tempo em nosso organismo. O que é ótimo, pois me sinto, de certa forma, mais confiante para tomar certos riscos e atitudes que em outro momento não tomaria”, afirma a estudante.
“Outra questão que eu acredito que sofra influência e contribua muito: pensamento lógico. Acho que os jogos de estratégia ajudam nossos reflexos e nosso pensamentos.

Idem GameVício

22 de mai. de 2011

Como se achar velho em apenas 1 clique

Eu dúvido você não se assustar vendo quanto tempo passou, em pelo menos 1 das 32 selecionadas
Idem as palavras de J.C. do Não Salvo

4 de mai. de 2011

Tenho que concordar com isso

Prepare seu revólver “de mão”

Os donos de Xbox 360 que tentam usar o Kinect para algo além de hacks engraçadinhos e pouco úteis devem ficar atentos ao jogo no qual a desenvolvedora Microsoft Game Studios Vancouver está trabalhando atualmente: “um shooter de alto valor de produção que usa os controles de movimento do Kinect.”

A citação acima, encontrada por um usuário do fórum NeoGaf, é a descrição que um dos artistas sêniors da MGS Vancouver, antes conhecida como Zipline Studios, deu para o novo projeto da empresa.

O artista Shawn Woods escreve em seu site pessoal que a MGS Vancouver, que tem pouco mais de um ano de idade, dedicava-se originalmente à criação de ”jogos sociais com microtransações”, mas ”a estratégia do estúdio mudou e agora estamos concentrados em desenvolver um shooter de alto valor de produção que usa os controles de movimento do Kinect”.

A Microsoft Game Studios Vancouver diz em seu site que está “dedicada a fazer jogos para os jogadores “core”, e tem a missão de “superar os limites pré-estabelecidos do desenvolvimento de jogos e mostrar ao mundo o que é possível fazer no console de jogos da Microsoft.”

De acordo com a descrição de algumas oportunidades de empregos disponíveis na equipe de Vancouver, o estúdio é ”focado em trazer alta qualidade em mecânicas experimentais para o Xbox 360 e Kinect”. Esse mesmo anúncio descreve seu projeto como ”uma nova propriedade intelectual que usa o Kinect em maneiras novas e originais.”

Então, provavelmente, esse não será o suposto Gears of War para Kinect de que tanto ouvíamos falar. A MGS Vancouver diz também que está trabalhando em ”jogos para Xbox 360, Xbox Live, Kinect e outras plataformas futuras.” Plataformas futuras? Será que temos um concorrente para o Wii 2 chegando mais cedo do que esperado?

Adaptado de gamevicio.com.br