1 de mai. de 2015

01/05 - a data eterna (escrito em 2014)

Uma manhã de domingo normal pra época, a TV ligada na Globo para acompanhar os Grandes Prêmio, algo que era habitual até que num determinado momento, minha mãe que provavelmente estava comigo no colo apenas 4 dias antes fazer meu primeiro aniversário grita para o meu pai: “Ele Bateu!! O Ayrton bateu!!” Meu pai conta toda vez que fala no assunto que estava no quintal, veio correndo pra ver o que estava acontecendo. Galvão Bueno, talvez mais que amigo de Senna narrava: “É a parte de maior velocidade, eles vão atingir os 330KM/H. SENNA BATEU FORTE!! SENNA ESCAPOU E BATEU MUITO FORTE!!!! Ele vinha em primeiro, escapou e bateu forte!!” Talvez pelo nível de amizade com o piloto algumas frases depois ele afirma: “DEMORA PRA CHEGAR O SOCORRO, UMA DEMORA ABSURDA PRA CHEGAR”, os fiscais de pista que logo viram que nada podiam fazer frente a situação, gesticulavam as bandeiras de forma desesperada para os outros pilotos reduzirem a velocidade. Senna TamburelloAs câmeras tentavam buscar imagens e quando um helicóptero gravou a cabeça do Ayrton se mexendo, todos imaginaram que estava tudo bem quando na verdade o movimento fora causado por um profundo dano cerebral. Quando os médicos chegaram removeram ele do carro e fizeram os primeiros socorros ali mesmo, ao lado da destruída Williams, alguns minutos e ele estavam indo de helicóptero para um hospital em Bolonha onde poucas horas depois fora anunciada a sua morte. No carro foi encontrada uma bandeira da Áustria, Senna homenagearia a Roland Ratzenberger em caso de vitória, Ratzenberger que havia morrido no sábado anterior justamente uma curva após a dita Tamburello. Foi um GP trágico, teve, além disso, um acidente onde voou um pneu e acertou alguns na arquibancada, outro em que também um pneu se soltou no pit lane e acertou alguns mecânicos. O trágico GP ainda contou com os sistemas de comunicação entrando em colapso fazendo com que um piloto voltasse a pista mesmo com a corrida interrompida e se não fosse pelos fiscais abanando veementemente as bandeiras amarelas era fácil de prever um choque desse carro com o helicóptero de resgate que estava na pista aguardando Senna. Então eu pergunto: Quem é que acredita que Ayrton entrou naquele helicóptero ainda com vida?? Williams Senna
A imagem de Senna aflito olhando para o nada, como se estivesse perdido ficaria marcada para sempre na memória de seus fãs. Horas depois no famigerado Plantão Globo Roberto Cabrini noticiou: "Morreu Ayrton Senna da Silva... Uma notícia que a gente nunca gostaria de dar." Seu velório em São Paulo foi acompanhado por milhares de fãs e personalidades da Fórmula 1. Entre os pilotos escoltando seu caixão estava Alain Prost, seu maior rival nas pistas. Também presente estava Sir Frank Williams, seu último chefe de equipe, que declarou: “Ayrton não era uma pessoa comum. Ele foi na verdade um homem mais grandioso fora do carro do que dentro dele.”Ayrton Senna
Mas quem era Ayrton Senna da Silva??
Filho de um empresário, com poucos anos de idade já demonstrava interesse por competições, com 4 anos ganhou um kart do seu pai que ele mesmo tinha construído com um motor de uma máquina de cortar grama. Demonstrando grande interesse e habilidade, aos oito anos já se aventurava em alguns jipes dentro da fazenda de seus pais. Aos 13 já competia no sul-americano de kart que acabou ganhando três vezes até 1980. Ganhou o campeonato brasileiro também em três oportunidades e o que lhe faltou foi o campeonato paulista e o Mundial de Kart, que competiu quatro vezes e foi vice duas vezes. Ayrton Kart
Em 1981 decidiu ir pra Europa, tentar algo diferente, estreou na Fórmula Ford Inglesa e a ganhou, no ano seguinte foi campeão europeu e também britânico da mesma Fórmula Ford, só que com motores um pouco mais potentes. Em 83 decidiu por usar o nome de solteiro da mãe, pois Silva era muito popular no seu país, também acabou ganhando o campeonato da Formula 3 que disputou e um novo rival, foram duras as batalhas contra Martin Brundle. Ganhando várias corridas no lendário circuito de Silverstone, tal circuito acabou ganhando o apelido de Silvastone por parte da imprensa inglesa.
Senna chamava tanta atenção que despertou o interesse de algumas equipes da Formula 1. Foram a Williams, a McLaren, a Brabham e a Toleman as interessadas. Em 84 a Brabham já tinha um brasileiro e seu patrocinador preferia um nome italiano. Testou na Williams, mas foi na modesta Toleman que ele conseguiu uma vaga. Logo na segunda corrida da temporada marcou seus primeiros pontos, resultado que se repetiu na terceira e na quarta corrida não conseguiu tempo para disputar, a única vez que isso aconteceu. Mas foi nas ruas do principado de Mônaco que ele mostrou ao mundo do que era capaz, com seu limitado Toleman que tinha um problemático motor turbo, acabou largando em 13º. Numa corrida com forte chuva fez um rápido progresso e na volta 19 acaba conquistando a segunda posição após ultrapassar o então tricampeão Nikki Lauda como o Sebastian Vettel ultrapassa um retardatário hoje em dia. Mais algumas voltas e a chuva aumentava, o líder era Alain Prost, francês e Senna vinha rápido, certamente conquistaria o primeiro posto quando na volta 31 ambos recebem a bandeira quadriculada. A corrida acabou antes numa decisão que até hoje é tido como política e que acabou tirando o título do francês no final do ano. Ainda naquele ano acabou tendo mais dois pódios e um contrato com a Lotus para o ano seguinte.Senna Mônaco 84 Toleman
A Lotus foi grande o suficiente para ele crescer como piloto e errar sem o medo de ser almejado pelos jornalistas. No primeiro ano conseguiu já sua primeira vitória em Estoril, GP de Portugal sob forte chuva. Na Bélgica também com forte chuva conseguiu a segunda. Graças ao bom motor Renault para a classificação, ficou conhecido com o “rei das poles”. Mas nas corridas o motor não tinha o mesmo rendimento e acabava deixando o carro na mão. Encerraria o ano com uma corrida marcante no GP da Austrália, quando repetiu um feito de seu ídolo Gilles Villeneuve e pilotou um bom tempo sem o bico do carro, saindo várias vezes da pista mas mantendo a segunda posição. Infelizmente não pode se manter devido um problema elétrico em seu carro.
Senna Lotus
Em 86 com um carro pouco mais confiável ele conseguia brigar por vitorias com a estratégia de trocar uma vez menos os pneus durante a corrida. Talvez o GP mais emblemático seja o da Espanha, em Jerez de la Frontera, no qual bateu a Williams de Nigel Mansell por 0,014s uma das menores diferenças de chegada da história da F1. Conseguiu a liderança do campeonato, mas não por muito tempo visto que as Williams e as McLarens eram muito superiores ao seu carro.
No ano seguinte em 87, A Lotus ganhou os mesmos motores Honda das Williams e também novas cores de um novo patrocinador, mas mesmo assim não foi capaz de ser tão forte quando os carros de Piquet e Mansell. Chegou a liderar o campeonato, mas não manteve o ritmo, neste ano conquistou duas vitórias, uma delas no principado de Mônaco, a primeira do recorde de seis triunfos. Criou boa relação com os japoneses da Honda e por isso acabou acertando com a McLaren para o ano seguinte, em 88 a McLaren teria os motores turbo V6 da Honda em seus carros.
1988 Formula One World Championship.<br />Ayrton Senna <br />Honda Marlboro McLaren MP4/4.
Com os números 11 de Prost e 12 de Senna, o MP4/4, carro da McLaren venceu 15 das 16 corridas do ano, fortes disputas entre os dois pilotos resultando até em alguns acidentes, mas no fim do ano Senna acumulava 8 vitórias e o primeiro título.
Em 89 a disputa entre os dois se tornou uma guerra psicológica. Foram seis vitórias brasileiras até o Japão, onde Prost acabou levando o título depois de um acidente na Chicane Casio entre ele e Senna, que foi ajudado pelos fiscais a voltar para pista, após o final da prova, Senna foi desclassificado por ter cortado a chicane, e suspenso temporariamente do campeonato.
Já em 90 Senna via seu rival na Ferrari e a disputa no mesmo circuito do Japão, o brasileiro arrancou a pole do francês e na largada, na primeira curva o brasileiro joga seu carro na traseira de Prost, os dois saem da pista a mais de 270KM/h. Com os dois abandonos, Senna ganhava a segunda taça.
Senna 27
Em 91 depois de um inicio avassalador de 4 vitorias seguidas, uma delas no Brasil, talvez a mais emblemática da sua carreira, onde liderava a prova quando acabou ficando apenas com a sexta marcha, o esforço era visível quando as câmeras mostravam sua dificuldade de dentro do cockpit, a torcida, toda vez que ele passava frente a ela cantava como as fanáticas torcidas dos times argentino, era um Ole, Ole, Ole, Ola Senna!!! Senna!!!

Ao fim da corrida começou uma garoa, mas nada que impedisse a tarde dele em Interlagos, as dificuldades foram tantas que após cruzar a linha de chegada ele começou a gritar como se uma bigorna fosse tirada de suas costas, foi de ponta a ponta, na reta oposta pegou a bandeira brasileira dos fiscais e desfilou com ela, mas acabou nem conseguindo voltar aos boxes, precisou de atendimento médico no carro devido as fortes emoções que sofreu durante o fim de semana, e a torcida, essa fez uma baita festa. AYRTON SENNA
Outra cena que ficará marcada é a dele com dificuldades em conseguir levantar o troféu no pódio. Após as quatro primeiras corridas houve uma queda de rendimento, mas mesmo assim conquistou mais 3 vitórias e o terceiro Campeonato Mundial. Senna 1
No ano seguinte a McLaren não conseguiu fazer um carro a altura das novidades tecnológicas da Williams, os motores V12 da Honda também não ajudavam mais tanto. Foram incríveis 9 vitórias de Nigel Mansell e um título muito antecipado, Senna mesmo com um carro nada competitivo conseguiu incríveis três vitórias, no final do ano a Honda resolveu sair da F1.
Para 93 Ron Dennis tentou os motores Renault V10, mas tudo o que conseguiu foi os motores Ford como um cliente comum ainda, recebendo versões antigas dos motores da Benetton. Senna estava sem contrato e decidiu aceitar o convite de Dennis para testar o carro na primeira corrida do ano. Senna achou que o carro era bem nascido, mas ainda incapaz de competir com a Williams, agora de Prost. Senna correu o ano inteiro assinando corrida por corrida, nesse ano teve sua segunda vitória em casa, Prost liderava quando começou a chover, ele acabou perdendo o controle do carro e batendo, Senna aproveitou para ganhar algumas posições e no final erguer mais uma vez o troféu. Na comemoração, os brasileiros invadiram a pista e pararam o carro dele, Senna fora carregado por alguns metros e no mesmo carro que o trouxe para o pódio na vitória de 91 ele vinha gesticulando para torcida, agradecendo pelo carinho e vibrando por mais uma vitória, ele ganhou também o GP da Europa em Donington Park na chamada “corrida da volta perfeita”, onde da 4ª posição em que largou caiu para quinto, mas antes do final da primeira volta já liderava a prova.
Senna Donington Park
Senna tentou a Williams em 93, mas uma cláusula contratual de Prost impedia a entrada de Senna para a equipe, o mesmo não se repetiu para 94, quando mesmo com o contrato assinado o francês decidiu se aposentar do que dividir a equipe com Senna mais uma vez. O novo carro da Williams era rápido, mas ao mesmo tempo arisco, devido às proibições dos sistemas eletrônicos usados até então. Na primeira corrida, aqui no Brasil, Senna fez a pole, mas acabou perdendo a liderança da prova durante sua parada nos boxes, em busca de recuperar a liderança ele acaba exagerando e rodando na curva da Junção, seu carro apagou e foi fim de prova. Na segunda corrida, nova pole e na primeira curva Senna virou um grande alvo em que foi atingido por outros dois carros dando fim a sua corrida. Senna Williams
A terceira corrida a história já foi contada lá em cima.
Mas o que faz Senna ser tão idolatrado hoje, mesmo depois de 20 anos? Um espaço de tempo considerável, porém incapaz de apagar sua imagem de mito e ídolo em todo planeta, uma lenda eternizada para sempre na história do automobilismo mundial.
O que fez de Senna uma figura tão emblemática? Por que desperta diferentes emoções nas pessoas? Seu patriotismo? Os títulos e resultados? Suas ações sociais e obras de caridade? Seu arrojo e frieza? Sua capacidade de aniquilar psicologicamente seus adversários, em especial os companheiros de equipe? Ou simplesmente o fato de ter “morrido ao vivo”?
Senna era mais que um grande piloto, era religioso ao extremo além de numa época em que alguns tinham vergonha de ser brasileiro, ele chegava ao ponto alto do pódio levando a bandeira verde e amarela. Uma pessoa carismática, que chamava a atenção de todos quando falava e nestas oportunidades demonstrava aquilo que mais o caracterizava: sua determinação em conseguir aquilo que queria.
Isso ficou evidente em 2009, quando a BBC elegeu o brasileiro como o maior piloto de todos os tempos: "provavelmente nenhum piloto na história da Fórmula 1 dedicou-se mais ao esporte, deu mais de si mesmo em sua inflexível perseguição ao sucesso. Senna era uma força da natureza, uma poderosa combinação de espetacular talento cru e algumas vezes de uma determinação espantosa. Tinha a expressão de um herói romântico, um carisma que poderia acalmar qualquer sala, a eloquência de um poeta e a espiritualidade com a qual milhões sentiam que podiam se identificar. Tudo isso fez dele um semi Deus no Brasil e admirado por todo o mundo como poucos esportistas foram antes ou desde então".
Acho que me resta terminar com uma de suas inúmeras frases que circulam pela internet, mas a que de certa forma mais me chama a atenção:
“Tenho medo da morte e da dor, mas convivo bem com isso. O medo me fascina.”

6 de ago. de 2012

A Mente Humana

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, sejam através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam estes atos positivos ou negativos, basta que você os aceite. Essa ação sempre acontecerá independentemente de sua vontade e pode proporcionar ou não resultados positivos para você. Um cientista de Phoenix - Arizona queria provar essa teoria e precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências. Conseguiu um em uma penitenciaria, era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St Louis no estado de Missouri onde existe pena de morte executada em cadeira elétrica. Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última o fim. Ele teria uma chance de sobreviver caso o sangue coagulasse e se isso acontecesse, ele seria libertado; caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém teria uma morte sem sofrimento e sem dor. O condenado aceitou, pois era preferível desta forma a morrer na cadeira elétrica.
O condenado foi então colocado em uma cama alta, dessas de hospital, tendo seu corpo imobilizado. Fizeram um pequeno corte em seu pulso e embaixo do pulso foi colocada uma pequena vasilha de alumínio. Disseram a ele que ele ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia sendo o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado. Sem que ele soubesse, debaixo da cama havia um frasco de soro com uma pequena válvula, ao cortarem o pulso abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que o som do gotejamento era o sangue dele que estava caindo na vasilha de alumínio (quando na verdade era o soro do frasco). De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo e com o passar do tempo ele foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou por completo a válvula o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu sem ter perdido sequer uma gota de sangue. O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé da letra, tudo que lhe é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja algo positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo tanto na parte orgânica ou psíquica. Essa história é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia ou o certo do errado, ela simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.


"Quem pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar".


Esta história, apesar de seu fim trágico e inalterado para o preso, demonstra claramente a necessidade de criarmos um filtro protetor a estas invasões externas. Os primeiros ouvintes de tudo o que falamos somos nós mesmos e isso ocorre até quando apenas pensamos em algo que está por vir. Não se trata apenas de falar coisas boas, mas de pensar também. Mesmo que você seja cético sobre este assunto, você deve considerar que há um desgaste emocional quando antevemos apenas situações perigosas, difíceis ou conturbadas.
Pense na seguinte situação onde você tem uma pessoa X conhecida ou da família que está bem doente e internada. O telefone toca tarde da noite e ao atender você reconhece a voz de uma pessoa Y da família que tem relação direta com X. Qual será o seu primeiro pensamento? Certamente que X piorou ou até se foi, certo? Por que isso acontece? Por que sempre somos levados a pensar no pior? Esta mesma ligação poderia ser para informar de uma melhora ou até para se organizarem para uma visita ao enfermo no dia seguinte, porém o que normalmente acontece é pensarmos no pior.
Nas empresas é comum ficarmos sobressaltados quando o chefe que, não está de “cara muito boa”, nos chama para sua sala. Normalmente nos encaminhamos muito desconfiados (principalmente se estamos atrasados com alguma tarefa) e com pensamentos mil tentando descobrir como “o homem” está. Pode ser que ele esteja apenas nos chamando para informar que não está bem e que precisa de nossa ajuda em alguma tarefa naquele dia, mas este pensamento bom sequer passa pela nossa cabeça.
Este estado de alerta constante para situações negativas é o grande responsável por ansiedade, estresse, dores no corpo e alterações emocionais que nos tiram a saúde, o bom humor e a motivação. Devemos nos programar e nos condicionar a não dar valor a estas situações no nosso dia a dia para que a nossa mente não nos conduza a reações desnecessárias ou impróprias quando diante de um debate ou quando pressionados por uma necessidade emergente. Os nossos ouvidos e o nosso cérebro são os primeiros a ouvirem tudo o que falamos e pensamos e isso ocorre em uma fração de segundos. Já vi um funcionário, coberto de razão, iniciar um debate caloroso (discussão) por estar em estado de alerta “negativo” e interpretar mal uma pergunta em tom de brincadeira e puramente amistosa. A resposta dada ao seu chefe foi considerada inadequada e imprópria para a ocasião (diante de vários colegas de trabalho) e resultou em uma advertência verbal.
Então, o que fazer? Como agir?
1- Manter a calma é sempre o princípio de tudo e dá sustentação às decisões mais acertadas. Nunca tome decisões quando estiver nervoso. Saia da situação e retorne quando a poeira estiver baixa e haja com calma.
2- Respire profunda e calmamente para oxigenar seu cérebro e fazer com que as idéias surjam mais facilmente. Reduzir os batimentos cardíacos e “alimentar” a sua CPU tem grande valor nestes momentos
3- Evite trazer para discussão assuntos antigos e mantenha o foco na situação atual. Desligue-se temporariamente do passado e não deixe que a situação te leve de volta no tempo trazendo assuntos que não estejam ligados ao atual.
4- Mantenha sempre o controle da situação por mais que ela pareça estar fora de controle. Há casos em que não podemos fazer nada: um amigo ou parente está na sala de cirurgia, neste caso apenas os médicos podem resolver o problema no campo físico.
5- Busque focar em uma nova solução. No caso do preso, foi dada a opção de “morrer lentamente e sem dor” (primeiro pensamento) ou não morrer e ser solto caso o sangue coagulasse (pensamento correto ou pensamento lateral – ver postagem neste blog sobre este assunto). Ele erroneamente optou pela sua morte quando deixou de pensar em uma possível solução para sobreviver.
6- Busque ajuda com a pessoa certa para os problemas que podem ser resolvidos. Para aqueles problemas que não se tem controle, deixe com quem de direito para encontrar a solução.
7- Proteja-se de pessoas e conversas negativas, pois elas somente te deixam ainda mais enfraquecido sugando sua energia. Livre-se delas.
Enfim, o pensamento e a atitude positivos trazem para seu corpo e mente uma sensação agradável de conforto e bem estar que vão te permitir relaxar e tomar decisões baseadas em fatos e não apenas em emoções. Certamente não é fácil sair de uma situação destas de conflito ou quando nos sentimos pressionados pelo tempo, pela sobrevivência ou pelos resultados, mas se começarmos a praticar um pouco a cada dia, a nossa mente vai agradecer.

Fonte: interesse estimulado pelo vídeo do canal dos Poligonautas, texto encontrado no nessse link.

17 de jul. de 2012

Entrevista de Danilo Gentili (Sonhar TV)

Uma esntrevista que pode ser até um pouco longa, mas cheia de respostas no mínimo inteligentes. Esse cara realmente é esperto e merece chegar onde está.

17 de mai. de 2012

Live Action

O veterano e o noob mostrando como é que se joga COD, eles passam nos vários cenários de Modern Warfare 3 

PS: se eu fosse um noob desse eu tava bem na fita

16 de mai. de 2012

Os principais momentos da sétima geração

Um vídeo legal e meio que futurista sobre os grandes fatos dos nossos atuais consoles
=)

Parabéns para a galera do Baixaki Jogos que criou o vídeo.

12 de dez. de 2011

Mascar chiclete deixa você mais inteligente

Hábito é mais eficiente do que a cafeína, mas tem menor durabilidade, aponta estudo.
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Você sabia que o hábito de mascar chiclete pode deixar você mais inteligente? Pelo menos essa é a conclusão de um estudo realizado por uma equipe de psicólogos da Universidade St. Lawrence, nos Estados Unidos.
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores realizaram testes com 159 estudantes, dividindo-os em dois grupos: metade deles mascou chiclete antes de fazer alguns testes de raciocínio lógico e cognição; a outra metade não.
Curiosamente, aqueles que mascaram chiclete antes das provas se saíram melhor do que os demais. Os chicletes utilizados eram de dois tipos, com e sem açúcar, de forma que a substância não parece ter interferência direta na pesquisa.
Apesar dos bons resultados, outra constatação da análise é que o efeito do chiclete no organismo dura pouco, aproximadamente 20 minutos. Os cientistas ainda não sabem dizer por que a goma de mascar interfere no desempenho.
Por Wikerson Landim para o tecmundo.com.br

The Last of Us

Este trailer e o que sei de UNCHARTED 3 quase me fazem comprar um PS3, só acho que não vale a pena, pois já investi muito no PC e porque não gosto do controle da Sony. Mas não sei não.

27 de nov. de 2011

A reinvenção do mouse

Microsoft lança Kinect para PCs no começo de 2012

Com o equipamento, atualmente utilizado no videogame Xbox, será possível controlar computadores sem tocar nos aparelhos; aplicação vai muito além dos games.
A Microsoft dever lançar uma versão do Kinect (sensor de movimentos usado no videogame Xbox) para o uso em computadores com Windows no primeiro trimestre de 2012. Com essa tecnologia é possível controlar programas sem o uso de teclados ou joysticks. É só mover as mãos no ar.
Em um vídeo recente, a Microsoft mostrou alguns aplicativos para o Kinect com Windows, incluindo uma pessoa tocando instrumentos musicais apenas movendo suas mãos em um violino imaginário. Também é possível ver no filme um cirurgião manipulando um raio X sem tocar na tela, entre outras aplicações.
No começo do ano, a Microsoft liberou um kit de desenvolvimento de software para a criação de aplicativos que usem o sensor Kinect. Em sua versão Windows, o sensor trará alguns ajustes para que funcione de maneira adequada com computadores.
Segundo o gerente geral do Kinect para o Windows, a versão para os PCs permitirá, por exemplo, identificar com precisão objetos a apenas 50 centímetros de distância. Atualmente, a versão para o console exige que o jogador esteja a mais de 1,8 metro de distância para que seus movimentos sejam reconhecidos adequadamente. O recurso de proximidade foi um dos mais pedidos pelos desenvolvedores.

A primeira oferta do kit de desenvolvimento estipulou o uso apenas para aplicações não comerciais. Já o pacote para o uso comercial deve estar disponível no começo de 2012.
A Microsoft também anunciou recentemente um programa para o apoio a novas empresas que tenham novas ideias para o uso do sensor. O chamado Kinect Accelerator. Os projetos serão aceitos até o dia 25 de janeiro de 2012 e o programa começará em março. Segundo um porta-voz da Microsoft, a versão do sensor para o Windows deve estar disponível no primeiro trimestre de 2012.

Fonte: GV

Heroi

Pra você que assiste a um programa de TV onde chaman-se de herois quem após o “show” tem uma vida de propagandas sem eles ao menos terem alguma coisa que justifique estarem neste lugar vejam este vídeo, é de um carinha cantando nas ruas da cidade do Porto, em Portugal.

15 de nov. de 2011

A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico

O diálogo aconteceu entre uma jornalista e um taxista na última sexta-feira. Ela entrou no táxi do ponto do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, por volta das 19h30. Como estava escuro demais para ler o jornal, como ela sempre faz, puxou conversa com o motorista de táxi, como ela nunca faz. Falaram do trânsito (inevitável em São Paulo) que, naquela sexta-feira chuvosa e às vésperas de um feriadão, contra todos os prognósticos, estava bom. Depois, outro taxista emparelhou o carro na Pedroso de Moraes para pedir um “Bom Ar” emprestado ao colega, porque tinha carregado um passageiro “com cheiro de jaula”. Continuaram, e ela comentou que trabalharia no feriado. Ele perguntou o que ela fazia. “Sou jornalista”, ela disse. E ele: “Eu quero muito melhorar o meu português. Estudei, mas escrevo tudo errado”. Ele era jovem, menos de 30 anos. “O melhor jeito de melhorar o português é lendo”, ela sugeriu. “Eu estou lendo mais agora, já li quatro livros neste ano. Para quem não lia nada...”, ele contou. “O importante é ler o que você gosta”, ela estimulou. “O que eu quero agora é ler a Bíblia”. Foi neste ponto que o diálogo conquistou o direito a seguir com travessões.

- Você é evangélico? – ela perguntou.
- Sou! – ele respondeu, animado.
- De que igreja?
- Tenho ido na Novidade de Vida. Mas já fui na Bola de Neve.
- Da Novidade de Vida eu nunca tinha ouvido falar, mas já li matérias sobre a Bola de Neve. É bacana a Novidade de Vida?
- Tou gostando muito. A Bola de Neve também é bem legal. De vez em quando eu vou lá.
- Legal.
- De que religião você é?
- Eu não tenho religião. Sou ateia.
- Deus me livre! Vai lá na Bola de Neve.
- Não, eu não sou religiosa. Sou ateia.
- Deus me livre!
- Engraçado isso. Eu respeito a sua escolha, mas você não respeita a minha.
- (riso nervoso).
- Eu sou uma pessoa decente, honesta, trato as pessoas com respeito, trabalho duro e tento fazer a minha parte para o mundo ser um lugar melhor. Por que eu seria pior por não ter uma fé?
- Por que as boas ações não salvam.
- Não?
- Só Jesus salva. Se você não aceitar Jesus, não será salva.
- Mas eu não quero ser salva.
- Deus me livre!
- Eu não acredito em salvação. Acredito em viver cada dia da melhor forma possível.
- Acho que você é espírita.
- Não, já disse a você. Sou ateia.
- É que Jesus não te pegou ainda. Mas ele vai pegar.
- Olha, sinceramente, acho difícil que Jesus vá me pegar. Mas sabe o que eu acho curioso? Que eu não queira tirar a sua fé, mas você queira tirar a minha não fé. Eu não acho que você seja pior do que eu por ser evangélico, mas você parece achar que é melhor do que eu porque é evangélico. Não era Jesus que pregava a tolerância?
- É, talvez seja melhor a gente mudar de assunto...

O taxista estava confuso. A passageira era ateia, mas parecia do bem. Era tranquila, doce e divertida. Mas ele fora doutrinado para acreditar que um ateu é uma espécie de Satanás. Como resolver esse impasse? (Talvez ele tenha lembrado, naquele momento, que o pastor avisara que o diabo assumia formas muito sedutoras para roubar a alma dos crentes. Mas, como não dá para ler pensamentos, só é possível afirmar que o taxista parecia viver um embate interno: ele não conseguia se convencer de que a mulher que agora falava sobre o cartão do banco que tinha perdido era a personificação do mal.)

Chegaram ao destino depois de mais algumas conversas corriqueiras. Ao se despedir, ela agradeceu a corrida e desejou a ele um bom fim de semana e uma boa noite. Ele retribuiu. E então, não conseguiu conter-se:

- Veja se aparece lá na igreja! – gritou, quando ela abria a porta.
- Veja se vira ateu! – ela retribuiu, bem humorada, antes de fechá-la.
Ainda deu tempo de ouvir uma risada nervosa. 

A parábola do taxista me faz pensar em como a vida dos ateus poderá ser dura num Brasil cada vez mais evangélico – ou cada vez mais neopentecostal, já que é esta a característica das igrejas evangélicas que mais crescem. O catolicismo – no mundo contemporâneo, bem sublinhado – mantém uma relação de tolerância com o ateísmo. Por várias razões. Entre elas, a de que é possível ser católico – e não praticante. O fato de você não frequentar a igreja nem pagar o dízimo não chama maior atenção no Brasil católico nem condena ninguém ao inferno. Outra razão importante é que o catolicismo está disseminado na cultura, entrelaçado a uma forma de ver o mundo que influencia inclusive os ateus. Ser ateu num país de maioria católica nunca ameaçou a convivência entre os vizinhos. Ou entre taxistas e passageiros.

Já com os evangélicos neopentecostais, caso das inúmeras igrejas que se multiplicam com nomes cada vez mais imaginativos pelas esquinas das grandes e das pequenas cidades, pelos sertões e pela floresta amazônica, o caso é diferente. E não faço aqui nenhum juízo de valor sobre a fé católica ou a dos neopentecostais. Cada um tem o direito de professar a fé que quiser – assim como a sua não fé. Meu interesse é tentar compreender como essa porção cada vez mais numerosa do país está mudando o modo de ver o mundo e o modo de se relacionar com a cultura. Está mudando a forma de ser brasileiro.

Por que os ateus são uma ameaça às novas denominações evangélicas? Porque as neopentecostais – e não falo aqui nenhuma novidade – são constituídas no modo capitalista. Regidas, portanto, pelas leis de mercado. Por isso, nessas novas igrejas, não há como ser um evangélico não praticante. É possível, como o taxista exemplifica muito bem, pular de uma para outra, como um consumidor diante de vitrines que tentam seduzi-lo a entrar na loja pelo brilho de suas ofertas. Essa dificuldade de “fidelizar um fiel”, ao gerir a igreja como um modelo de negócio, obriga as neopentecostais a uma disputa de mercado cada vez mais agressiva e também a buscar fatias ainda inexploradas. É preciso que os fiéis estejam dentro das igrejas – e elas estão sempre de portas abertas – para consumir um dos muitos produtos milagrosos ou para serem consumidos por doações em dinheiro ou em espécie. O templo é um shopping da fé, com as vantagens e as desvantagens que isso implica.

É também por essa razão que a Igreja Católica, que em períodos de sua longa história atraiu fiéis com ossos de santos e passes para o céu, vive hoje o dilema de ser ameaçada pela vulgaridade das relações capitalistas numa fé de mercado. Dilema que procura resolver de uma maneira bastante inteligente, ao manter a salvo a tradição que tem lhe garantido poder e influência há dois mil anos, mas ao mesmo tempo estimular sua versão de mercado, encarnada pelos carismáticos. Como uma espécie de vanguarda, que contém o avanço das tropas “inimigas” lá na frente sem comprometer a integridade do exército que se mantém mais atrás, padres pop star como Marcelo Rossi e movimentos como a Canção Nova têm sido estratégicos para reduzir a sangria de fiéis para as neopentecostais. Não fosse esse tipo de abordagem mais agressiva e possivelmente já existiria uma porção ainda maior de evangélicos no país.

Tudo indica que a parábola do taxista se tornará cada vez mais frequente nas ruas do Brasil – em novas e ferozes versões. Afinal, não há nada mais ameaçador para o mercado do que quem está fora do mercado por convicção. E quem está fora do mercado da fé? Os ateus. É possível convencer um católico, um espírita ou um umbandista a mudar de religião. Mas é bem mais difícil – quando não impossível – converter um ateu. Para quem não acredita na existência de Deus, qualquer produto religioso, seja ele material, como um travesseiro que cura doenças, ou subjetivo, como o conforto da vida eterna, não tem qualquer apelo. Seria como vender gelo para um esquimó.

Tenho muitos amigos ateus. E eles me contam que têm evitado se apresentar dessa maneira porque a reação é cada vez mais hostil. Por enquanto, a reação é como a do taxista: “Deus me livre!”. Mas percebem que o cerco se aperta e, a qualquer momento, temem que alguém possa empunhar um punhado de dentes de alho diante deles ou iniciar um exorcismo ali mesmo, no sinal fechado ou na padaria da esquina. Acuados, têm preferido declarar-se “agnósticos”. Com sorte, parte dos crentes pode ficar em dúvida e pensar que é alguma igreja nova.

Já conhecia a “Bola de Neve” (ou “Bola de Neve Church, para os íntimos”, como diz o seu site), mas nunca tinha ouvido falar da “Novidade de Vida”. Busquei o site da igreja na internet. Na página de abertura, me deparei com uma preleção intitulada: “O perigo da tolerância”. O texto fala sobre as famílias, afirma que Deus não é tolerante e incita os fiéis a não tolerar o que não venha de Deus. Tolerar “coisas erradas” é o mesmo que “criar demônios de estimação”. Entre as muitas frases exemplares, uma se destaca: “Hoje em dia, o mal da sociedade tem sido a Tolerância (em negrito e em maiúscula)”. Deus me livre!, um ateu talvez tenha vontade de dizer. Mas nem esse conforto lhe resta.

Ainda que o crescimento evangélico no Brasil venha sendo investigado tanto pela academia como pelo jornalismo, é pouco para a profundidade das mudanças que tem trazido à vida cotidiana do país. As transformações no modo de ser brasileiro talvez sejam maiores do que possa parecer à primeira vista. Talvez estejam alterando o “homem cordial” – não no sentido estrito conferido por Sérgio Buarque de Holanda, mas no sentido atribuído pelo senso comum.

Me arriscaria a dizer que a liberdade de credo – e, portanto, também de não credo – determinada pela Constituição está sendo solapada na prática do dia a dia. Não deixa de ser curioso que, no século XXI, ser ateu volte a ter um conteúdo revolucionário. Mas, depois que Sarah Sheeva, uma das filhas de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, passou a pastorear mulheres virgens – ou com vontade de voltar a ser – em busca de príncipes encantados, na “Igreja Celular Internacional”, nada mais me surpreende.

Se Deus existe, que nos livre de sermos obrigados a acreditar nele.

Texto do site da revista epoca escrito por ELIANE BRUM.

21 de out. de 2011

Brasileiro que criou Kinect quer fazer algo 'dez vezes melhor'

O brasileiro Alex Kipman revolucionou não só o mundo dos videogames, mas o conceito da interação com a tecnologia por meio do Kinect, um sistema de reconhecimento de movimento com o qual tenta "inventar o futuro".
Depois da sensação causada pelo Kinect no mercado com apenas um ano de vida, a tarefa de Kipman, diretor de incubação do Xbox, o console da Microsoft, não é nada fácil. Primeiro, superar a si mesmo; depois, criar algo que continue o caminho iniciado.
"Meu trabalho é inventar o futuro", disse em entrevista à Efe no quartel-general da Microsoft em Seattle, na qual fez um balanço sobre o primeiro aniversário de um dispositivo cujo uso se estendeu a novas aplicações que afetam a "vida real", inclusive a medicina.
Apaixonado por seu trabalho, esse engenheiro de 32 anos, que foi recrutado pela Microsoft logo após terminar seus estudos de engenharia de software, afirma: "Agora eu sou minha própria concorrência. O que precisamos fazer tem que ser dez vezes melhor que o Kinect". knect-620
Graças a seu sofisticado software, que consta de um sensor de profundidade, microfones e uma câmara que acompanha o movimento do corpo em espaço tridimensional, o Kinect é capaz de escanear o jogador para que atue de forma interativa com seu avatar na tela do televisor.
A visão por trás do Kinect, que ele define como "uma viagem que acaba de começar", é adaptar as tecnologias para "poder interagir com as máquinas de uma forma muito mais natural, como funciona no mundo real".
"As tecnologias estão cada vez mais presentes, temos mais dispositivos e aparelhos nas mãos, tornando nossa vida mais complicada. Nossa visão é ir contra isso", afirma, antes de explicar que em seu laboratório foi capaz de criar "pela primeira vez, experiências que nos entendem, e não [experiências] que nós temos que entender".
O engenheiro lembra que, até pouco tempo atrás, esses conceitos para o público eram "ficção científica", mas seu objetivo é transformá-la em feitos.
"Isto é algo histórico e não é só algo que mudou o mundo dos videogames e do entretenimento, mas que causa mudanças fundamentais na vida cotidiana", algo conhecido como o "efeito Kinect". aa27b877-8197-4efb-ae08-4a1667be7e41
Seis meses após o seu lançamento, a Microsoft liberou o kit de desenvolvimento (SDK) do aparelho para Windows, que já é empregado em outras atividades associadas à vida real, como tratamentos para as crianças com danos cerebrais e pacientes com esclerose múltipla. 
Kipman se mostrou "entusiasmado" com as novas aplicações de sua invenção, "mas não surpreendido" por seu "enorme potencial". "Temos que entender que a linguagem da tecnologia tem uma nova cara. É algo com o que se pode interagir de uma forma muito mais interessante e natural. E isto é só o começo", acrescenta.
O próximo passo para o Kinect será uma nova versão, ainda não anunciada, aprimorada do dispositivo, enquanto o futuro no mundo dos videogames está por ser desvendado: "É algo que não vimos ainda".
"Não é preciso usar uma bola de cristal para afirmar que daqui a dez anos nada será o mesmo", diz Kipman. "Há dez anos quase não tínhamos internet e agora quase não podemos viver sem ela. A maioria das pessoas não tinha telefones celulares e agora não podem se imaginar sem esses aparelhos", lembra.
Kipman está agora trabalhando em novos projetos --"nada que eu possa contar"-- e continua em contato com a equipe do Kinect, mas avança em sua constante busca para reinventar o mundo dos videogames.
Ele se declara viciado em trabalho e se diverte em seus laboratórios fazendo testes e criando hardware e software e trocando ideias com seus colaboradores, cerca de 20 pessoas.
"Não levo trabalho pra casa, nunca. Se não estou no escritório não estou trabalhando, não olho e-mails, não checo o telefone, não existe nada relacionado com a Microsoft em meu tempo livre", diz Kipman. "Afinal passo 20 horas por dia, sete dias por semana, no trabalho", brinca.
Entre seus passatempos, além de jogar "muitos videogames", estão a música e o esoterismo.
Agora ele quer passar o tempo com sua filha Ana, que nasceu em novembro do ano passado, na mesma semana em que lançou o Kinect. "Quero passar a maior parte do tempo com ela, vendo como ela descobre o mundo através de seus olhos, algo fascinante."

Fonte: gv.com.br

Vejam o vídeo sobre o lançamento ano passado na E3:

20 de out. de 2011

Senna TRI

Tricampeonato de Ayrton Senna completa 20 anos nesta quinta-feira. O título do brasileiro, obtido Senna comemora tri em 1991 (Foto: Getty Images)em 1991, marcou última conquista do país na F-1.

Há 20 anos, o Brasil comemorava seu último título na Fórmula 1. Em 20 de outubro de 1991, Ayrton Senna chegava na segunda posição do GP do Japão, em Suzuka, e se sagrava tricampeão da maior categoria do automobilismo mundial. E o GLOBOESPORTE.COM relembra, corrida a corrida, os fatos que levaram à esta conquista.

Ayrton Senna entrava em 1991 com as expectativas em alta. O brasileiro tinha se sagrado bicampeão da Fórmula 1 no ano anterior, após bater com Alain Prost na primeira curva do GP do Japão, em uma espécie de troco do acontecido em 1989, quando o francês lhe tirou da corrida. As perspectivas eram da repetição do duelo entre os dois arquirrivais no campeonato.

Sem estar satisfeito com o novo motor Honda V12 de seu carro, o brasileiro encarava um francês com um bom desempenho nos testes de inverno. Mas a temporada começou de forma diferente, com quatro vitórias seguidas de Ayrton Senna. Ele dominou o GP dos Estados Unidos, realizado no circuito de rua de Phoenix. Duas semanas depois, no Brasil, um triunfo histórico, em condições extremas. Ele ficou apenas com a sexta marcha no fim da prova. Em San Marino, mais um troféu, fato que se repetiria em Mônaco, em sua quarta subida ao alto do pódio no principado.

Ayrton Senna, Ricardo Patrese e Gerhard Berger no pódio de Interlagos em 1991 (Foto: Getty Images)

O cenário, então, era o melhor possível. 40 pontos em quatro provas, 100% de aproveitamento e um desempenho decepcionante da Ferrari. A surpresa era o desempenho da Williams, que já conseguia andar entre os primeiros. Senna abandonou no Canadá, onde Nelson Piquet venceu sua última prova na Fórmula 1, depois de Nigel Mansell abandonar na última volta.

Nas corridas seguintes, Ayrton Senna começou a enfrentar a reação da equipe inglesa. A Williams mostrou seu poder com quatro vitórias seguidas - três de Mansell e uma de Riccardo Patrese, seu companheiro. A McLaren só reagiu no GP da Hungria, onde estreou seu câmbio semi-automático. Vitória de Senna, que respirou, finalmente, no campeonato. Na corrida seguinte, na Bélgica, mais um triunfo, e a vantagem na classificação aumentou para 22 pontos a cinco provas do fim.

No GP da Itália, Mansell reagiu e venceu. Só que em Portugal o azar do "Leão" apareceu com muita força. Uma porca mal apertada no pit stop e um erro da Williams causaram a desclassificação do inglês. A equipe recolocou o pneu solto no pit lane, o que é proibido pelo regulamento. Só que, em Barcelona, prova seguinte, Senna terminou apenas em quinto e o inglês voltou a sonhar.

Ayrton Senna pega a famosa carona com Nigel Mansell no GP da Inglaterra de 1991 (Foto: Getty Images)

Com 16 pontos de vantagem, Senna chegou ao GP do Japão, em Suzuka, com tudo nas mãos. Mansell precisava fazer sete pontos a mais que o brasileiro, o que praticamente obrigava o inglês a vencer. E a McLaren resolveu apostar no jogo de equipe. Ayrton Senna largou em segundo, enquanto Gerhard Berger disparava na ponta da corrida.

Com Mansell em terceiro, Senna passou a apenas domar Mansell, que se enervou e acabou saindo da pista na primeira curva de Suzuka e atolando na caixa de brita, dando o tricampeonato ao brasileiro. Ele ainda alcançou Berger e o ultrapassou, mas acabou cedendo a vitória na última curva. Na prova seguinte, sob muita chuva, o brasileiro selou a conquista em Adelaide, na Austrália.

TEXTO DO GE.COM/FORMULA1, NÃO ACHEI E NEM CONSEGUI FAZER UM MELHOR.

PRA FINALIZAR UM TRECHO DA MAIOR VITÓRIA DELE DESTE ANO, QUIÇÁ DA SUA CARREIRA NA F1

10 de out. de 2011

Mais uma vez

A EA esta novamente tentando fazer um NFS que conquiste aqueles fãs do passado que não gostam tanto assim dos últimos games; quando ela tentou inovar, vendeu milhões de copias, mas não agradou a muitos, pra isso ela vai tentar inovar mais uma vez. Agora pela primeira vez você será um personagem em uma história que parece um filme, assim como o vídeo abaixo.

Com o slogam De São Francisco até Nova York tudo pode acontecer!” no game que promete recriar paisagens fiéis das estradas nos Estados Unidos graças ao motor Frostbite 2.0 presente também no tão esperado jogo Battlefield 3. O game tem até uma sinopse que aparenta ser a de um filme:

De São Francisco até Nova Iorque tudo pode acontecer! A tua maior corrida de sempre está prestes a começar. Need for Speed The Run transporta-te para uma emocionante aventura onde a força policial, impiedosa e disposta a usar a força mortal, vai fazer tudo para te parar.
Na maior corrida ilegal dos Estados Unidos da América, tudo está em jogo. Não há limites de velocidade. Não há regras. Não há aliados. Apenas contas com a tua perícia de condução e com a tua determinação para combateres, nas estradas mais perigosas do país, centenas de condutores infames.
A única forma de manteres a tua vida é seres o primeiro a chegar de São Francisco a Nova Iorque! Atravessar centros urbanos densamente populados, descer encostas montanhosas geladas e percorrer vales estreitos a velocidades estonteantes são apenas alguns dos desafios que te esperam aquando do lançamento de Need for Speed The Run, em Novembro 2011.

Quando a EA tentou fazer um simulador pela primeira vez, ela falhou com o Pro Street. Tentou voltar atrás com o Undercover, não sei se por ser diurno, mas´perdeu um pouco a graça. Voltou a tentar fazer um simulador, o Shift, um jogo talvez bonito, com jogabilidade muito diferente dos outros simuladores e uma maneira muito estranha pra ganhar Experiência. Veio a terceira versão de Hot Pursuit que tem gráficos lindos, mas não dá pra entender quase nada do que você faz no durante o jogo, meio sem história, digamos. Neste ano tivemos o lançamento do Shift 2 Unleashed, tido pela empresa como o que seria o melhor jogo de simulador de corridas da história dos games. Tirando os gráficos que talvez impressionem alguns que não conhecem muitos jogos, ele tentou inovar com uma nova camera, esta em primeira pessoa. Ficou legal, mas ainda não acho legal o suficiente para me motivar a joga-lo.Ainda critico a forma de ganhar XP.

Agora com mais uma “inovação” ela faz eu querer jogar este que parece ser um belo jogo, espero que quando conseguir jogar, ele me motive a jogar até o fim. Assim como DiRT 2, 3, F1, GRID, NFS Underground, Most Wanted, como o Gran Turismo…

Pra finalizar fiquem com este novo vídeo divulgado a poucos dias que parece ser de uma perseguição cinematográfica, espero que seja mesmo assim.

 

Talvez ela esteja tentando ajudar a outra a sair dali…

opportunity_cow

acho que não…

Foda...

Esse cara pode se gabar